_______________________________________E se esvai no momento seguinte...

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Reclamações...

Talvez eu mesma que provoque os problemas que eu tenho, e blá blá blá.
Amanhã é dia 24, e daí? Natal? Grande merda [32251875321651650]

Eu queria poder parar o tempo e me divertir, nem que pra isso eu tenha que voltar no tempo e virar criança, era tudo tão mais fácil e belo.
Eu queria poder controlar tudo em mim que me faz humana, e ser uma deusa. Hahahahahahha. Tá, daí eu acordei.

Eu fico procurando os problemas, pra tentar resolver. Como se adiantasse alguma coisa. E eu mudei alguma coisa? Talvez mínimas coisas, o importante, o que eu queria mudar, mudei?

Ando desanimada, faço tudo o que me mandam, e ainda assim, sempre tem algo pra reclamar de mim. Mas é pq eu deixo, pq eu quero ajudar. Eu poderia estar nem aí e sair, deixando tudo pra trás, e voltar de boa. Mas eu quero ajudar =/

A raiva de mim passou. Sim, raiva, pq eu sou idiota. Eu não sei pq eu ainda insisto em algumas coisas, acho que é só pra poder falar que eu tentei. Mas será que realmente vale insistir só pra dizer que tentou? Quando às vezes ficar quieta não é melhor? Não sei. Só sei que já me arrependi muito das coisas que eu não fiz, logo, eu geralmente tento.

E galera vai viajar, e eu vou ficar aqui, sozinha. "Sem ninguém pra brincar". Tudo bem, qualquer coisa eu me acompanho pra escalar ano que vem, e também pro parque de diversões. Já vi que estas férias serão uma merda =/
Preciso de um emprego, temporário, efetivo, anyway, qualquer coisa antes de começarem as aulas pra eu não morrer de tédio. Nem The Sims 2 dá pra eu jogar direito =/ só lá pelo final de semana =/ dependendo da boa vontade de outros.

Aiai. Alguém tem alguma fórmula pra parar o tempo e ir prum outro lugar onde eu possa ser mais feliz?

=*

domingo, 21 de dezembro de 2008

Boas festas!

Boas? Quem disse? Tá, sim, concordo que as festas são boas em geral. Mas as de Natal e de Ano Novo não são. E daí que minha família é super desunida? Eu? Me importar? 'Magina!
E daí que eu sempre acho que meu ano foi uma merda e que eu não fiz nada de bom só por causa do meu perfeccionismo?
E daí que eu entro em crise existencial que é agravada por uma série de fatores?

Nesse Natal vai ter L-A-S-A-N-H-A! Prontoacabou! Chega de piadinhas natalinas sobre perus!
E se der, de Ano Novo: panquecas.
Tudo isso aqui em casa, nossa família: eu, meus pais, meus irmãos e claro a Tininha.
Se alguém vier, que venha!^^

E os presentes? Ah! Não espero muitos não, na verdade 1, no máximo 2.

Eu entrei em crise esses dias agravada por: TPM, estresse, carência... Foi tenso, mas durou algumas horas antes de dormir! Hoje estou melhor! Bem melhor!

Estou até com vontade de defenestrar alguém ;)


Sim, pra que eu vou me preocupar se você não se importa? Toca o barco/bonde/fonte/bagulho/trubisco.


Sonhos estranhos! Queria que viessem descodificados! Essa linguagem nonsense dos sonhos é um desafio à minha lógica peculiar!

Vidro> vidra> vidrado.
O que o vidro disse pra vidra? Estou vidrado em você.

Noite > fome> dormir. Comer antes de dormir engorda. E no sono é liberado um hormônio que dá saciedade. Sim, Aline também é meio-anoréxica. =P ahuahauahuahauahuaha

Assistir "A Fantástica Fábrica de Chocolates" foi um convite a minha imaginação, embora eu não tenha conseguido chegar até a inspiração de algo. Mas eu me senti melhor!^^

Eu queria ir escalar, pra praia. Jogar capoeira, joquenpô, e Nintendo Wii. Queria um trabalho, uma meta, e uma esperança. Queria que eu fosse jogada num espaço atemporal onde eu possa realizar um monte de desejos. Queria que o ano que vem fosse melhor! Pra mim e pra você.

Às vezes eu acho que sou meio insensível e fria, outras que sou demasiadamente sensível. Vai entender! Eu sou variável! Alguém me deriva e acha os pontos críticos?

Malditas piadas com cunho curricular! Nerds!

É, é, acho melhor eu ir dormir... Não é bom eu infestar a casa de fumaça preta, sim, essa mesmo de engrenagem que funciona mal/horrível/não-funciona.

Boa noite. Bom Natal. Bom Ano Novo. Boas entradas e um abraço por trás.
[ps: não sei se eu vou postar de novo até lá. Whatever! Assim dá tempo de você ler antes daquela correria de falar com todos no msn...]
[ps2: se tudo der certo, surpresas no meu blog [este] logo logo!]

=*

sábado, 13 de dezembro de 2008

Primeiro parágrafo

Meu nome élfico é Áramiel Lotëmore não o ouço desde que minha mãe morreu, ela era a única que me chamava assim, era minha família. Já faz algum tempo que saí da minha cidade com um grupo formado por uma meia-elfa, um shifter, dois humanos e um psiônico. Devido às batalhas o paladino morreu tentando cumprir seu "attonement".

Nós investigamos uma caravana muito estranha que depois que saiu de uma cidade todas as crianças, de recém-nascidos até uma certa idade adoeceram e morreram. Passaram por [...] e visitaram todos os templos, sem chegar a entrar em nenhum, e também passaram na frente do castelo. Após isso os símbolos dos templos se distorceram; o rei ficou doente, não recebia mais visitas nem sequer saia do quarto; e, a caravana partiu. Sinto que há algo conectado com a nossa missão: achar uma caixa que contém maldade.

Ah! E também, há o mistério das aranhas! Aconteceu no meu turno de vigia, e no de mais alguém do grupo. De repente, tudo lá fora fica silencioso, e muitas aranhas vem com medo se aninhar nos nossos corpos. Chamei o gato, fechamos as portas de um templo subterrâneo. Bastante tempo depois, quando abrimos a porta de onde vieram as aranhas, tinha pegadas, como não vimos ninguém, suponho que quem quer que seja, voltou sobre as próprias pegadas.

No túnel a caminho de Daergel também aconteceram coisas estranhas. Comíamos quando de repente eu senti um gosto ruim, vomitei meu lembas e ele tinha virado pedaços de carne humana, dedos, ..., ecati! Comi um pouco da comida dos outros. Sem contar que ouvimos diversar vezes vozes imitando as nossas, pedindo socorro. Há rumores que "mind flayers" retornariam para lá, onde uma vez eles habitaram. Chegamos em Daergel e um guarda tinha um broche de Ilsennsine, uma deusa dos mind flayers.

Depois de achar uma caixa que lembrava a que vimos procurar, saímos correndo da cidade em direção ao outro continente. Mas acabamos voltando para Daergel, pois descobrimos que aquela caixa não era a que a gente procurava, e teríamos que conseguir informações de qualquer jeito. E que lugar melhor para conseguir informações que uma cidade realmente gigante? Passamos por algumas batalhas ao longo de todo o caminho. E, certo dia, encontramos na estrada um feiticeiro, muito carismático, aiai... Que nos ajudou a derrotar um monstro muito grande e medonho.

Chegamos na cidade e fomos direto para a nossa taverna preferida, e o gato foi na casa dos outros gatos. De repente, recebemos uma mensagem de pedido de socorro do gato, corremos até lá com as instruções dele, mas não chegamos a tempo. Então vimos o gato ser preso junto com os outros shifters da cidade (estava na hora errada e no lugar errado) por terem roubado uma casa muito estranha. Perto daquela casa onde encontramos uma caixa estranha, com o símbolo de Ilsennsine, esta que foi destruída pelo Dune Walker. Segui os guardas com a minha invisibilidade, passos sem pegadas e furtivamente, mas não consegui entrar onde eles levaram os gatos, tentei entrar outra vez, mas a porta fechou rápido demais. Não tendo como ajudar, eu saí da prisão e fui à taverna encontrar os outros.

Após saber das notícias, decidimos ir à casa onde achamos a casa, e vimos que tinha gente morando lá. Bubble bateu à porta e uma velhinha atendeu, entramos, vimos que estava tudo diferente e tomamos chá, mas o feiticeiro e o Dune viram que a "lindeza" da casa, era na verdade uma ilusão, e o casal de velhinhos: mind flayers. Eu fui levada para escada da última sala à direita do corredor central, pois fiquei paralisada de medo. Os outros foram atrás de mim, para aquela que seria a última batalha de nosso companheiro.

Foi uma luta dura contra os dois mind flayers que pretendiam nos levar à cidade subterrânea, para sugar nosso cérebro, mais especificamente, o do Dune e do feiticeiro. O mind flayer que restou conseguiu, de algum modo, comandar o Dune, que nos atacava, nós, seus amigos e aliados. O mind flayer fugiu, e tentava levar o Dune de banquete, então, como última solução, matamos nosso amigo, pegamos sua cabeça para que ela não servisse de banquete, e saímos correndo daquele lugar amaldiçoado. De volta no corredor principal, ouvimos alguns gemidos, e encontramos uma mulher presa, onde antes, ainda com o Dune, encontramos a caixa com instrumentos cerimoniais dos mind flayers. O nome dela é Som da Lua, se é inimiga dos mind flayers é no mínimo aliada.

Ajeitamos as armas com aquela cordinha, e , com cuidado saímos da casa. Não havia ninguém na rua, eu e o Bubble estávamos encharcados de sangue, então o Bubble fez uma magia e apareceu água para nos dar um banho, afinal antes água do que sangue.

Fomos para a taverna, Bubble fez um brinde com um caneco da garrafa especial ao Dune, e entrou em coma. Levei-o lá pra cima e deitei-o na cama. Tomei um banho decente e voltei para onde os outros estavam, e uma rodada foi distribuída entre os presentes, por nossa conta. Um tempo depois, chega o gato visivelmente cansado, contando que conseguira escapar da prisão, esse é o gato afinal. Ah, e eu acabei levando um fora épico do feiticeiro... Mas não vamos detalhar essa parte...

Ao amanhecer, fomos todos fora da cidade e fizemos uma pira gigante, para um grande amigo. E pudemos ouvir um sussurro do seu agradecimento. Voltando à taverna, ficamos de luto, até a nossa "entrevista" com o rei. O gato não fora com a gente por motivos óbvios, e a mulher foi junto com a gente. Após muita conversa, vimos que o rei estava "suando" demais, e que alguma coisa estranha estava acontecendo por lá. Conseguimos um passe para a biblioteca real. E, graças à mulher, descobrimos que o rei, tinha virado um mind flayer.

Logo depois da entrevista, fomos à biblioteca e descobrimos coisas interessantes sobre os mind flayers, inclusive o inimigo natural dele, mas são criaturas perigosas, até mais perigosas que os seres polvo gosmentos e nojentos. Descobrimos mais algumas coisas sobre a caixa, e até mais um pedaço do diário perdido do mago.

Quando eu tiver novidades eu volto à escrever.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Novidades...

Embora o clima de férias aqui em casa seja marcado por uma sucessão infinita de estresse por causa da casa e blá blá blá.. Até que desta vez está sendo legalzinho...
Não é que eu não goste de ajudar... Mas eu tenho meu tempo, meu jeito, e odeio que fiquem do meu lado narrando o que eu tenho que fazer, sendo que: eu estou fazendo do exato jeito que a pessoa tá falando...
Fora quando te fazem se sentir uma merda por não conseguir algo que você se propôs à fazer...

Pra quem não sabe, comecei a escrever uma história, esses dias à noite, como ela está crua, tá horrível de ler, eu fico irritada quando to passando ela pro pc, pois eu fico vendo como está mal escrita, um saco e fico tentando arrumar.. Até eu me estressar e largar! =P

Aiai, estresses à parte, vem novidade por aí, e acho que será SUPER hiper mega interessante!

Que seja! Estou estressada! Vou jogar The Sims 2!

=*

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Kathy Entreri

Seu nome élfico é Áramiel Lotëmore que significa "filha da aurora". Seu pai é um drow que sumiu quando ela era pequena. Há rumores que ele foi assassinado, outros dizem que ele fugiu e assim ela cresceu sem ter a certeza de que seu pai a amava. Então, foi criada por sua mãe, elfa, na cidade de Aurium, e, sempre foi discriminada por ser muito diferente. Como eram pobres desde cedo ela aprendeu à roubar. Começou com as carteiras, depois, já roubava casas, levando só o que valia mais dinheiro.

Certo dia, ela chegou em casa e viu sua mãe assassinada, não se sabe quem fez aquilo, o motivo. Mas Kathy jurou vingar a morte dela. Kathy não podia procurar nem elfos, nem drows, pois seus pais fugiram de onde moravam, e ela nem sabia onde eles moravam. E, ela era apenas o fruto, a prova viva desse "amor proibido", entre raças diferentes que "não se misturam".
Então, neste dia foi até a guilda de ladrões, pois já tinha feito uns trabalhos para eles, e começou a trabalhar efetivamente lá. A guilda era quase que como uma nova família para ela, com a diferença que ela não confiava em ninguém. Mas sempre participou dos roubos e das festas de lá. O chefe era quem dava as ordens, embora ela nunca soubesse quem era, o que para ela não importava, desde que a pagassem.
A vida lá não era a melhor, mas também não era a pior, todos a respeitavam de uma maneira peculiar por causa do jeito dela: quieta e fria. Por causa de tudo o que acontecera, ela não demonstrava nenhum sentimento de compaixão para pessoa alguma, a vida tinha se encarregado de tirar tudo o que mais tinha de valor: sua família.

Com o passar do tempo, por causa do seu jeito, o assassino-mor da guilda, Artemis, decidiu treiná-la. Sua primeira missão foi bem sucedida.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Experiências sobre espíritos

Hoje eu conservei muito sobre espíritos e coisas "sobrenaturais" com a Cinthia e com um amigo dela.

Cheguei à conclusão que todos temos/ouvimos falar sobre isso. E que por mais que ainda duvidamos, faz parte da nossa realidade, da nossa verdade.

Histórias:
>Estava eu conversando com a Pati, num banco da Rua XV, olhando pra ela e dissertando sobre "altos" papos quando de repente sinto um toque conhecido no meu ombro direito de alguém [bem vivo] que veio me dar um beijo no rosto. Pensei, "ah! deve ser coisa da minha cabeça". Mas, a Pati viu o vulto e comentamos sobre isso uns dias depois.

>Já vi o espírito da minha avó, quando eu era MUITO pequena [3 anos] e ela chorava, quando contei pra minha mãe eu também estava chorando, minha mãe marcou a hora que isto aconteceu. Quando meu pai chegou, trouxe a notícia que meu tio-avô tinha morrido mais ou menos naquela hora que eu vi minha avó.

> Entre muitas outras...

=D

Beijos pra todos.