E se esvai no momento seguinte...
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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Segundo Parágrafo

Logo planejamos uma invasão ao castelo, uma mulher da Rakkma [caçam mind-flayers] se juntou à nós. Custou caro pra entrar pela "porta-dos-fundos", também conhecida como "passagem-secreta". Depois de alguma dificuldade para passar pelos guardas, mesmo invisíveis. Batalhamos, e matamos o rei mind flayer, mas a integrante da Rakkma morreu.

Quando estávamos voltando pro nosso QG temporário vimos que tinha uma movimentação estranha em frente aquela casa dos mind flayers. Conversamos com o grupo de Rakkma que a mulher pertencia e entramos na "casa estranha".

Fomos para a lendária inexistente cidade subterrânea. Descemos uma grande escada, passamos por uma passagem secreta em uma praça cheia de casas, mas sem pessoas. Seguimos o grupo da Rakkma e nos perdemos deles em uma bifurcação, então ouvimos uma canção anã, seguimos o caminho que parecia melhor.

Batalhamos contra os mind flayers que se aproximaram demais da gente. Procuramos o templo onde estaria a caixa. Encontramos um prisioneiro dos mind flayers, Ragnar, um humano criado por anões, libertamo-o. Achamos a caixa, mas a sala estava cheia de armadilhas. Caímos em muitas delas, e dificilmente conseguimos nos livrar, mas conseguimos sair.

Pegamos a caixa, colocamos na carroça, e partimos. Na viagem, o Ragnar e o Bubble me ensaboaram e de repente, quando acordei, "tirei" minha pele cinza claro, eu nem sabia que eu era uma humana. O mundo de repente ficou confuso demais pra mim. Os conflitos internos foram grande demais. Então eu fui enganada por todo este tempo? Por que? Pra quê? Por quem? Perguntas que talvez nunca serão respondidas. Certo mesmo é que esta situação fora muito constrangedora para mim, mas todos acreditaram quando lhes contei a verdade.

[vou precisar de ajuda dos queridos players pra me ajudar a terminar pelo menos até um pouco antes dela morrer, sei lá =P]

sábado, 13 de dezembro de 2008

Primeiro parágrafo

Meu nome élfico é Áramiel Lotëmore não o ouço desde que minha mãe morreu, ela era a única que me chamava assim, era minha família. Já faz algum tempo que saí da minha cidade com um grupo formado por uma meia-elfa, um shifter, dois humanos e um psiônico. Devido às batalhas o paladino morreu tentando cumprir seu "attonement".

Nós investigamos uma caravana muito estranha que depois que saiu de uma cidade todas as crianças, de recém-nascidos até uma certa idade adoeceram e morreram. Passaram por [...] e visitaram todos os templos, sem chegar a entrar em nenhum, e também passaram na frente do castelo. Após isso os símbolos dos templos se distorceram; o rei ficou doente, não recebia mais visitas nem sequer saia do quarto; e, a caravana partiu. Sinto que há algo conectado com a nossa missão: achar uma caixa que contém maldade.

Ah! E também, há o mistério das aranhas! Aconteceu no meu turno de vigia, e no de mais alguém do grupo. De repente, tudo lá fora fica silencioso, e muitas aranhas vem com medo se aninhar nos nossos corpos. Chamei o gato, fechamos as portas de um templo subterrâneo. Bastante tempo depois, quando abrimos a porta de onde vieram as aranhas, tinha pegadas, como não vimos ninguém, suponho que quem quer que seja, voltou sobre as próprias pegadas.

No túnel a caminho de Daergel também aconteceram coisas estranhas. Comíamos quando de repente eu senti um gosto ruim, vomitei meu lembas e ele tinha virado pedaços de carne humana, dedos, ..., ecati! Comi um pouco da comida dos outros. Sem contar que ouvimos diversar vezes vozes imitando as nossas, pedindo socorro. Há rumores que "mind flayers" retornariam para lá, onde uma vez eles habitaram. Chegamos em Daergel e um guarda tinha um broche de Ilsennsine, uma deusa dos mind flayers.

Depois de achar uma caixa que lembrava a que vimos procurar, saímos correndo da cidade em direção ao outro continente. Mas acabamos voltando para Daergel, pois descobrimos que aquela caixa não era a que a gente procurava, e teríamos que conseguir informações de qualquer jeito. E que lugar melhor para conseguir informações que uma cidade realmente gigante? Passamos por algumas batalhas ao longo de todo o caminho. E, certo dia, encontramos na estrada um feiticeiro, muito carismático, aiai... Que nos ajudou a derrotar um monstro muito grande e medonho.

Chegamos na cidade e fomos direto para a nossa taverna preferida, e o gato foi na casa dos outros gatos. De repente, recebemos uma mensagem de pedido de socorro do gato, corremos até lá com as instruções dele, mas não chegamos a tempo. Então vimos o gato ser preso junto com os outros shifters da cidade (estava na hora errada e no lugar errado) por terem roubado uma casa muito estranha. Perto daquela casa onde encontramos uma caixa estranha, com o símbolo de Ilsennsine, esta que foi destruída pelo Dune Walker. Segui os guardas com a minha invisibilidade, passos sem pegadas e furtivamente, mas não consegui entrar onde eles levaram os gatos, tentei entrar outra vez, mas a porta fechou rápido demais. Não tendo como ajudar, eu saí da prisão e fui à taverna encontrar os outros.

Após saber das notícias, decidimos ir à casa onde achamos a casa, e vimos que tinha gente morando lá. Bubble bateu à porta e uma velhinha atendeu, entramos, vimos que estava tudo diferente e tomamos chá, mas o feiticeiro e o Dune viram que a "lindeza" da casa, era na verdade uma ilusão, e o casal de velhinhos: mind flayers. Eu fui levada para escada da última sala à direita do corredor central, pois fiquei paralisada de medo. Os outros foram atrás de mim, para aquela que seria a última batalha de nosso companheiro.

Foi uma luta dura contra os dois mind flayers que pretendiam nos levar à cidade subterrânea, para sugar nosso cérebro, mais especificamente, o do Dune e do feiticeiro. O mind flayer que restou conseguiu, de algum modo, comandar o Dune, que nos atacava, nós, seus amigos e aliados. O mind flayer fugiu, e tentava levar o Dune de banquete, então, como última solução, matamos nosso amigo, pegamos sua cabeça para que ela não servisse de banquete, e saímos correndo daquele lugar amaldiçoado. De volta no corredor principal, ouvimos alguns gemidos, e encontramos uma mulher presa, onde antes, ainda com o Dune, encontramos a caixa com instrumentos cerimoniais dos mind flayers. O nome dela é Som da Lua, se é inimiga dos mind flayers é no mínimo aliada.

Ajeitamos as armas com aquela cordinha, e , com cuidado saímos da casa. Não havia ninguém na rua, eu e o Bubble estávamos encharcados de sangue, então o Bubble fez uma magia e apareceu água para nos dar um banho, afinal antes água do que sangue.

Fomos para a taverna, Bubble fez um brinde com um caneco da garrafa especial ao Dune, e entrou em coma. Levei-o lá pra cima e deitei-o na cama. Tomei um banho decente e voltei para onde os outros estavam, e uma rodada foi distribuída entre os presentes, por nossa conta. Um tempo depois, chega o gato visivelmente cansado, contando que conseguira escapar da prisão, esse é o gato afinal. Ah, e eu acabei levando um fora épico do feiticeiro... Mas não vamos detalhar essa parte...

Ao amanhecer, fomos todos fora da cidade e fizemos uma pira gigante, para um grande amigo. E pudemos ouvir um sussurro do seu agradecimento. Voltando à taverna, ficamos de luto, até a nossa "entrevista" com o rei. O gato não fora com a gente por motivos óbvios, e a mulher foi junto com a gente. Após muita conversa, vimos que o rei estava "suando" demais, e que alguma coisa estranha estava acontecendo por lá. Conseguimos um passe para a biblioteca real. E, graças à mulher, descobrimos que o rei, tinha virado um mind flayer.

Logo depois da entrevista, fomos à biblioteca e descobrimos coisas interessantes sobre os mind flayers, inclusive o inimigo natural dele, mas são criaturas perigosas, até mais perigosas que os seres polvo gosmentos e nojentos. Descobrimos mais algumas coisas sobre a caixa, e até mais um pedaço do diário perdido do mago.

Quando eu tiver novidades eu volto à escrever.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Kathy Entreri

Seu nome élfico é Áramiel Lotëmore que significa "filha da aurora". Seu pai é um drow que sumiu quando ela era pequena. Há rumores que ele foi assassinado, outros dizem que ele fugiu e assim ela cresceu sem ter a certeza de que seu pai a amava. Então, foi criada por sua mãe, elfa, na cidade de Aurium, e, sempre foi discriminada por ser muito diferente. Como eram pobres desde cedo ela aprendeu à roubar. Começou com as carteiras, depois, já roubava casas, levando só o que valia mais dinheiro.

Certo dia, ela chegou em casa e viu sua mãe assassinada, não se sabe quem fez aquilo, o motivo. Mas Kathy jurou vingar a morte dela. Kathy não podia procurar nem elfos, nem drows, pois seus pais fugiram de onde moravam, e ela nem sabia onde eles moravam. E, ela era apenas o fruto, a prova viva desse "amor proibido", entre raças diferentes que "não se misturam".
Então, neste dia foi até a guilda de ladrões, pois já tinha feito uns trabalhos para eles, e começou a trabalhar efetivamente lá. A guilda era quase que como uma nova família para ela, com a diferença que ela não confiava em ninguém. Mas sempre participou dos roubos e das festas de lá. O chefe era quem dava as ordens, embora ela nunca soubesse quem era, o que para ela não importava, desde que a pagassem.
A vida lá não era a melhor, mas também não era a pior, todos a respeitavam de uma maneira peculiar por causa do jeito dela: quieta e fria. Por causa de tudo o que acontecera, ela não demonstrava nenhum sentimento de compaixão para pessoa alguma, a vida tinha se encarregado de tirar tudo o que mais tinha de valor: sua família.

Com o passar do tempo, por causa do seu jeito, o assassino-mor da guilda, Artemis, decidiu treiná-la. Sua primeira missão foi bem sucedida.